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Dos BRIC aos N11: os novos mercados emergentes

25 August 2008 632 visitas Sem comentáriosImprimir Artigo Imprimir Artigo Enviar por email Enviar por email


Já muito se falou sobre os BRIC nos últimos anos, expressão que se refere a quatro dos países emergentes mais importantes: Brasil, Rússia, Índia e China. Esta expressão surgiu pela mão de Jim O’Neil da Goldman Sachs, em 2001, quando esta instituição analisou num estudo detalhado a economia destes países.

Muito mais de falou dos retornos que os mercados de capitais destes países têm proporcionado nos últimos anos, o que se reflectiu no aumento exponencial na oferta de produtos de investimento dedicados a estas áreas geográficas.

Agora parece ser a vez dos N11, os next eleven. Também a Goldman Sachs é responsável por esta nova designação, a partir de um relatório semelhante produzido no final de 2005. Com base na análise da estabilidade macroeconómica, maturidade política , abertura ao investimento e do mercado e qualidade da educação, os países agora identificados são os seguintes: Bangladesh; Egipto; Filipinas; Indonésia; Irão; México; Nigéria; Paquistão; Coreia do Sul; Turquia; Vietname.

Não sabemos se nos próximos anos os mercados de capitais destes países poderão gerar retornos tão elevados como os BRIC (que mantêm ainda boas perspectivas de crescimento). Porém, dado o potencial de crescimento das suas economias, são mercados a acompanhar.

Há que notar que existem diferenças significativas entres estes países, incluindo ao nível dos mercados de capitais. Por exemplo, enquanto o México tem um mercado bastante desenvolvido e de considerável dimensão, o Bangladesh tem um mercado de capitais com poucas empresas cotadas e com uma liquidez reduzida.

Neste momento, o pequeno investidor depara-se com duas dificuldades fundamentais: informação e acesso. Não só a informação pública sobre a maioria destes países e respectivos mercados é escassa, como o próprio acesso a esses mercados (directo ou através de fundos de investmento) encontra-se ainda dificultado.

No entanto, exitem algumas possibilidades de acesso a alguns destes mercados, sem contar com produtos mais genéricos, como aqueles que abrangem os países emergentes em geral ou a América Latina. Ficam aqui algumas das possibilidades que identificámos:

  • Coreia do Sul, através dos fundos de investimento Credit Agricole Funds Korea e JP Morgan Korea Equity Fund (disponíveis no Banco BIG);
  • México, através da negociação dos ADR (American Depositary Receipts, negociados no NYSE, New York Stock Exchange ), representativos das acções de algumas empresas cotadas no mercado mexicano (p. ex., o ADR da America Mobile; disponível no Banco Best);
  • Indonésia, através do fundo de investimento Fidelity Funds – Indonesia A USA (disponível no Banco Best);
  • Turquia, através do fundo de investimento Parvest Turkey (disponível no Banco BIG).
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