[7 Feb 2009 | 3 Comentários | 1,653 visitas]
Acções 2009 (i)

São muitas as publicações e as casas de investimento que se preocupam em indicar aos seus leitores e clientes as melhores acções para adquirir no novo ano. Estando certos de que 2009 vai ser um ano marcado por grande incerteza e volatilidade, optamos por divulgar aqui algumas dessas acções. Como poderão ver, há leituras muito [...]

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finanças, planeamento financeiro »

Growth Stocks vs Value Stocks
[21 Jan 2009 | 2 Comentários | 487 visitas]

As acções podem ser classificadas em função de diversos critérios. Um dos critérios mais comuns é aquele que distingue as “growth stocks” (crescimento) das “value stocks” (valor). Esta distinção serve também para diferenciar dois tipos de estratégias de investimento, o ”growth investing” do ”value investing”, consoante estejam mais direccionadas para o investimento em acções de crescimento ou de valor.

Afinal, o que distingue este tipo de acções?

As “growth stocks” são caracterizadas por um crescimento significtivo dos seus resultados. Trata-se de empresas com produtos ou serviços em grande expansão, normalmente em mercados em grande expansão. O investimento nestas acções parte da seguinte ideia: uma vez que o mercado espera bons desempenhos por parte destas acções e o crescimento dos seus resultados induz um preço da acção mais elevado, os investidores estão dispostos a pagar mais por estas acções do que pelas de crescimento mais lento (“slower growers”).

Exemplo: a Nestle é uma das acções que é possível encontrar em fundos de investimento que investem neste tipo de acções.

As “value stocks” são caracterizadas por um crescimento mais moderado dos seus resultados. Trata-se de empresas cuja actividade se desenvolve em mercados mais amadurecidos e com menor crescimento. O investimento nestas acções parte da seguinte ideia: devido ao menor crescimento dos resultados, estas acções tendem a encontrar-se subavaliadas, devendo o investimento ser compensado assim que o mercado se aperceber de um desempenho sólido destas acções.

Exemplo: a Siemens é uma das acções que é possível encontrar em fundos de investimento que investem neste tipo de acções.

É ainda possível identificar empresas que reunem ambas as características. São as chamadas “core stocks”.

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Orçamento do Estado para 2009 – apresentada proposta de alteração
[21 Jan 2009 | Um comentário | 569 visitas]

Está disponível para consulta a proposta de lei apresentada pelo Governo para alteração da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro, que aprovou o Orçamento do Estado para 2009.

Relativamente às medidas fiscais há a destacar os seguintes aspectos:

  • criação do Regime Fiscal de Apoio ao Investimento realizado em 2009 (RFAI 2009), consistindo na concessão de uma dedução à colecta de IRC de uma percentagem do investimento realizado, bem como isenções de IMI, IMT e de Imposto do Selo para os imóveis adquiridos que constituam investimento relevante;
  • descida do limite mínimo do pagamento especial por conta em IRC para € 1.000,00;
  • descida do limite mínimo a partir do qual é possível pedir o reembolso do IVA suportado;
  • alargamento dos benefícios fiscais concedidos a SGPS, àquelas que, embora constituídas noutro Estado-Membro da União Europeia, tenham direcção efectiva em Portugal;
  • alargamento do âmbito do sistema de incentivos fiscais em investigação e desenvolvimento (I&D) empresarial (SIFIDE), de forma a permitir que 32,5% das despesas com investigação e desenvolvimento possam ser deduzidas à colecta, bem como a aumentar o limite máximo da taxa incremental, que sobe de € 750.000,00 para € 1.500.000,00;
  • ampliação dos benefícios aplicáveis à aquisição de computadores para a aquisição de equipamentos relacionados com Redes de Banda Larga de Nova Geração;
  • actualização dos limites previstos em matéria de garantias do Estado, prevendo-se o reconhecimento pelo Governo dos projectos considerados relevantes em matéria de reforço da competitividade e da capacidade produtiva da economia portuguesa, contribuindo igualmente para a preservação do nível da actividade económica.

Estas medidas, depois de aprovadas pela Assembleia da República, deverão entrar em vigor a 1 de Janeiro de 2009.

(V. Proposta de Lei)